19 de agosto de 2010

São Raimundo empata com Rio Branco e mantém jejum

E o jejum continua em Santarém... Agora, o São Raimundo soma 172 dias sem uma vitória no Colosso do Tapajós. A última aconteceu no dia 28 de fevereiro sobre o Paysandu pelo Parazão 2010. Isso porque o Pantera, que ainda chegou a perder um pênalti, cedeu o empate ao Rio Branco, em partida válida pela quinta rodada da Série C do campeonato brasileiro, nestaquarta-feira (18).


Com o resultado, a esperança de classificação, tanto para o Mundico santareno quanto para o Estrelão do Acre, ficou bem no final do túnel mesmo, já que, ocupam as últimas posições do Grupo A, com três pontos. Na frente deles, estão o Águia, com cinco; o Fortaleza, com seis; e o Paysandu, com dez pontos ganhos.


Tendo em vista a necessidade pela vitória no jogo, os dois times entraram nervosos e fazendo muitas faltas, principalmente, por parte do Rio Branco, que terminou a partida com sete cartões amarelos, sendo quatro no setor defensivo, dois no meio de campo e um no ataque. O São Raimundo registrou quatro advertências do árbitro amazonense Manoel Domingos.


1º tempo - O jogo começou e, ao invés de a bola rolar, eram os jogadores que estavam sempre caindo ao chão. O primeiro a se beneficiar com isso, foi o Pantera, que, aos 11 minutos, levou perigo ao goleiro Marcelo Cruz, do Rio Branco, após uma bela cobrança de falta do meia Soares, que, se não fosse a mão do camisa 1 do Estrelão, tinha entrado no ângulo direito da meta acreana.


Aos 20 minutos, o Rio Branco respondeu, com a grande esperança do time, o atacante Marcelo Brás. Ele recebeu em velocidade, driblou Labilá, que, para não ter que ir buscar a bola na rede, fez a falta. Nada de amarelo para o camisa 1 do Pantera, bola cobrada por cima do gol e apenas um susto para a torcida santarena.


Depois, foi a vez do São Raimundo se impor na partida. Atuando com velocidade pela lateral esquerda, com Souza, o time de Sebastião Rocha chegou a colocar o goleiro do Rio Branco em apuros. Marcelo Cruz operou milagre desviando uma bola cruzada batida pelo lateral do São Raimundo. A pelota ia parar nos pés de Max Jarí, que estava ao lado da trave, pronto para empurrar para o gol.


Aos 34, pressão alvinegra! Souza, mais uma vez, avançou pela esquerda e bateu cruzado. Filho resvalou na bola com a cabeça e Marcelo Cruz conseguiu se esticar todo e jogar a redonda para linha de fundo.


No escanteio, Soares pôs na cabeça de Max Jarí, que jogou a chance de fazer seu primeiro gol na competição na trave. Flamel pegou a sobra e colocou na área, mas a zaga do Rio Branco apareceu e afastou a redonda.


2º tempo - Os dois times voltaram a campo com as mesmas formações do primeiro tempo e manteram o jogo truncado e - como na primeira etapa de partida - o Pantera se aproveitou primeiro da situação.


Aos três minutos, Paulo de Tarso recebeu a bola no meio de campo e lançou Max Jarí, que avançou em velocidade e entrou na área. Rafael chegou rasgando e fez pênalti no camisa 11 do São Raimundo. Soares pegou a redonda e a jogou por cima do gol de Marcelo Cruz.


Enquanto a torcida mocoronga ainda pensava em novos 'apelidos' para Soares, ele apareceu na área, após cruzamento de Souza pela esquerda, e marcou para o Pantera. Com o gol, o camisa 10 alvinegro chegou a três tentos marcados e se igualou a Branco na artilharia do time no campeonato.


Com o 1 x 0 no placar, o São Raimundo relaxou em campo. Por outro lado, o Rio Branco se acendeu ainda mais e pressionou o Pantera, mas não apresentava objetividade para chegar ao gol de Labilá.


Até que, aos 39 minutos, o também camisa 10, mas pelo lado do Rio Branco, Testinha, aproveitou uma falha na zaga do Pantera e deu um toque cheio de categoria para empatar a partida para o Estrelão do Acre.


Após o gol, o time acreano, que já tinha em campo Marcelo Maciel, Araújo e Marcelo Brás, além de Testinha, no ataque, resolveu segurar o placar com a entrada do defensor Zé Marco no lugar de Serginho, um meia atacante.


Fim de jogo e a torcida do Pantera nem esperou o apito do árbitro soar para deixar o Colosso do Tapajós.


Redação Portal ORM

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