1 de novembro de 2011

Revista Veja: “Santarém tem o pior índice de coleta de lixo”


         Ilustração da matéria na Revista Veja

Matéria da revista Veja revela a falta de coleta de lixo e a seletividade

Na mesma edição especial das cidades da Revista Veja que enaltece Santarém pela menor taxa de homicídio, aponta uma problemática, a falta de coleta de lixo e a seletividade. O jornalista Marcelo Sperandio destaca os investimentos dos grandes centros, 100% dos domicílios têm coleta de lixo seletiva. Enquanto que na cidade santarena é uma realidade muito distante.
“Santarém, no Pará, tem o pior índice de coleta entre as 106 cidades analisadas: só 75% das casas têm o lixo recolhido. O restante fica pelas ruas ou é queimado em quintais”. Relata ainda, na reportagem da “Veja” que tudo seria despejado em um lixão, onde toneladas de resíduos se acumulam. Sendo que uma pequena parte vai para o aterro sanitário.
No aterro trava-se uma competição de catadores e urubus pelo sustento. Keliane da Silva, de 19 anos, diz que tira o sustento do lixão. “Lata de cerveja é o que dá mais dinheiro, mas eu separo tudo para vender: papel, vidro, plástico… Às vezes, tiro até R$ 400 reais por mês”. A informação noticiada conta que a vizinhança do lixão sofre quando chove. “A enxurrada carrega o chorume e contamina igarapés, de onde muita gente tira água para tomar banho e lavar roupas”.
O quadro que aponta Santarém como a pior cidade de coleta e seletividade de lixo, tem como segunda o município de Marabá (PA), em terceiro a cidade Caucaia (CE), quarto Petrolina (CE) e em último, Belford Roxo (RJ).
Podemos ressaltar que as entidades são empenhadas em realizar ações de limpeza e conscientização a proteção do meio ambiente. No final do mês de outubro foram realizadas as Caminhadas Ecológicas que visam proteger o meio ambiente do lixo, da Associação Santarena de Canoagem (ASCAE) e do Grupo de Defesa da Amazônia, o GDA. Com base nessa matéria da “Veja”, é possível analisar que muito tem que ser feito pelo poder público municipal e também pela população santarena, quanto à educação ambiental.
Fonte: RG 15/O Impacto e Alciane Ayres

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