23 de março de 2012

Governo paga em julho auxílio-fardamento para militares

A partir de julho, o auxílio-fardamento será pago no contracheque dos servidores militares do Pará. A medida foi anunciada pelo governo do Estado em reunião realizada na quarta-feira (21), na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). Da reunião participaram representantes da Secretaria de Estado de Administração (Sead), Polícia Militar, Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Associações da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
A titular da Sead, Alice Viana, explicou que, devido a limitações orçamentárias, e também aos vários reajustes concedidos a outras categorias do funcionalismo estadual neste primeiro semestre, a primeira parcela do auxílio-fardamento só poderá ser paga no mês de julho, e a segunda em novembro deste ano. O auxílio-fardamento totaliza mais R$ 16 milhões nas despesas com pessoal.
A definição do pagamento do auxílio-fardamento foi o assunto tratado na reunião. Logo no início do encontro, a secretária Alice Viana reafirmou o empenho do governo em honrar o compromisso de incorporar ao salário o pagamento do auxílio-fardamento, equivalente a um soldo, ainda em 2012.
“Tudo o que vem sendo feito até agora é um demonstração clara de que o governo está cumprindo os compromissos assumidos com a segurança pública do Estado. Com isso os resultados são vistos na prática, a partir dos acordos legalmente feitos nas mesas de negociação”, frisou Alice Viana.
Interiorização - No dia 19 de abril, o governo do Estado se reunirá novamente com representantes da área de segurança pública, para tratar sobre o pagamento de interiorização e outros itens constantes da pauta de negociações com a área de segurança.
Alice Viana informou que o Estado já está fazendo um levantamento da situação individual de cada um dos militares que trabalham em municípios do interior, a fim de identificar também os valores retroativos e negociar a melhor forma de pagamento.
Segundo a secretária, os estudos ainda não foram concluídos devido à complexidade da questão, uma vez os sistemas utilizados atualmente não informam com rapidez a movimentação de pessoal e o número de processos em tramitação na Procuradoria Geral do Estado.
“As negociações só poderão continuar quando tivermos o conhecimento do impacto financeiro que este adicional vai gerar para o Estado. A ideia, até agora, é que possamos ter um projeto de lei que estabeleça um determinado percentual e a forma como ele será tratado”, concluiu Alice Viana.
Agência Pará

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