31 de outubro de 2010

IBOPE: JATENE 59; ANA JÚLIA 41

O candidato da coligação Juntos com o Povo ao governo do Pará, Simão Jatene (PSDB), será eleito amanhã governador do estado, derrotando a candidata da coligação Acelera, Pará, Ana Júlia Carepa (PT) por uma diferença superior a 500 mil votos.
É o que mostra a segunda  e última pesquisa de intenções de voto do eleitorado paraense para o segundo turno, divulgada hoje (30).
Nos votos totais, Simão Jatene tem 55% das intenções de voto, contra 37% de Ana Júlia. Os votos brancos e nulos somam 5% e os indecisos 3%. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou menos.
Tanto em votos nominais quanto válidos a diferença pró Jatene é de 18 pontos percentuais.
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No levantamento anterior, divulgado em 16 de outubro, considerando somente os votos totais, Simão Jatene registrou 54% dos votos, e Ana Júlia, 36%. Os votos brancos e nulos somaram 5%. Os indecisos também somaram 5%.
Nos votos válidos, que excluem os votos brancos, nulos e indecisos, Simão Jatene tem 59% das intenções de voto, contra 41% de Ana Júlia Carepa. Em relação à pesquisa anterior do Ibope, os dois candidatos variaram dentro da margem de erro: Jatene tinha 60% e caiu para 59% e Ana Júlia tinha 40% e subiu para 41%.
A pesquisa encomendada pela TV Liberal ouviu  812 eleitores, de ambos os sexos, com mais de 16 anos, em 41 municípios paraenses.  As entrevistas foram realizadas nos dias 28 e 29 de outubro de 2010.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará sob registro nº 19614/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº 37874/2010.
Fonte: O Paraense

23 de outubro de 2010

Almir e Ana: os náufragos

Lúcio Flávio Pinto


Quando tinha 48% de rejeição popular, a governadora Ana Júlia Carepa se aliou ao prefeito Duciomar Costa, cujo índice negativo era de 73%. A única razão para essa composição seria o tempo do PTB no horário eleitoral gratuito. Considerado o pior prefeito que Belém já teve, Duciomar não poderia assegurar a fidelidade dos seus correligionários, que não comanda (e que, mesmo com a coligação formal, passaram a apoiar Simão Jatene no 2º turno). Se é que aderiu com sinceridade à candidatura da governadora.

Obtido o acordo para que o Estado repasse à prefeitura da capital a parte do ICMS retida na administração do PSDB, para prejudicar o então prefeito do PT, Edmilson Rodrigues, o alcaide se desinteressou por completo da campanha. Mesmo porque não poderia exercer qualquer efeito positivo sobre ela, só o negativo. Quanto ao tempo de televisão que proporcionou, pouco valeu: falar ao telespectador não está entre as qualidades da governadora. Muito pelo contrário. Ela só dá resultados quando brada sobre um palanque a auditórios ensurdecidos.

Ana Júlia cometeu mais um grave erro na sua estratégia ao receber – com muita alegria aparente e nenhum constrangimento evidente – a adesão do ex-governador Almir Gabriel. Desta vez, a única explicação para a insólita e chocante aliança é o sentimento que domina os dois personagens da política paraense. Em Ana Júlia, o desespero pelo risco cada vez maior de não alcançar a reeleição na disputa do 2º turno. Em Almir, a obsessão – já em alto grau de patologia – de atingir seu ex-correligionário, afilhado e amigo Simão Jatene.

Se ainda pudesse agir sob o comando da razão, a candidata do PT verificaria que a incorporação – também surpreendente – do ex-governador do PSDB à candidatura de Domingos Juvenil, do PMDB, não rendeu votos que tivessem expressão. Tanto que a presença entusiasmada de Almir Gabriel foi dispensada no meio da campanha, quando suas aparições foram suspensas e ele se restringiu a alardear a candidatura a deputado estadual de um empreiteiro, muito bem servido durante os oito anos do médico tucano.

Mais do que não agregar votos, Almir pode até ter contribuído para desfavorecer a anêmica candidatura de Juvenil. Não acontecerá o mesmo, ou talvez pior, com sua adesão ao PT, de maior impacto do que aparecer aos abraços e risos com o arquiinimigo Jader Barbalho?

Já o ex-governador, se suas faculdades analíticas não estivessem comprometidas, poderia se dar conta de que seu atual inimigo figadal foi ressuscitado pela incompetência da nova aliada. Todos – inclusive o próprio – previam apenas boas pescarias, sessões musicais e serões literários no horizonte de Simão Jatene quando ele não pôde disputar a reeleição, em 2006, atropelado por Almir Gabriel. Confirmava-se a previsão de que Jatene não entrava em bola dividida ou era preguiçoso, como o classifica agora justamente aquele que o transformou de “poste eleitoral” em governador, para tanto colocando a máquina pública nas ruas.

O desgaste do governo do PT fez rebrotar o que restava da semente do nome de Jatene. Quanto mais crescia a rejeição a Ana Júlia, mais se fortalecia a opção pelo ex-governador, que deixou o cargo com índice de popularidade positivo e foi poupado do desgaste da derrota tucana pela tresloucada aventura narcisista de Almir. Foi o que provocou o seu crescimento acelerado, mesmo contra a máquina estadual, que ultrapassou o nível de irresponsabilidade do PSDB (em 2000, para permitir a Almir derrotar Jader Barbalho, e em 2004, para dar tutano eleitoral ao refratário Simão) e assim tornou possível o 2º turno, quando a vitória do adversário parecia inevitável.

Assim, ao invés de contribuir para a punição do seu ex-pupilo, a quem trata como o mais sórdido dos traidores, obcecado pelos ímpetos de vingança e rancor, o médico Almir Gabriel, já sem legenda e sem bandeira, pode ter atirado a última pá de terra sobre a própria biografia, arrastando consigo a desnorteada arquiteta Ana Júlia Carepa. Uma união tardia e equivocada para determinar o fim de ambos.


18 de outubro de 2010

“Vou apoiar o Jatene”, decide-se Domingos Juvenil

O ex-candidato do PMDB ao governo do Estado, deputado Domingos Juvenil (na foto), que ficou em terceiro lugar nas eleições em primeiro turno, com 380 mil votos, já se decidiu.
“Vou apoiar, sim, a candidatura de Simão Jatene neste segundo turno”, disse ele ao blog, pouco depois de consumada a posição do partido, anunciada por seu próprio presidente regional, o deputado federal Jader Barbalho, de liberar todos os filiados para se posicionarem individualmente da forma que melhor convier a cada um.
“Nós fomos para o primeiro turno com um projeto próprio, que era de oposição ao do atual governo. Como não passamos para o segundo turno, então é coerente que nós apoiemos outro candidato, que não a governadora Ana Júlia”, justificou Juvenil.
Ele garantiu que seu apoio a Jatene não implica, em troca, receber qualquer benesse num eventual governo tucano. “Não pedimos nada em troca. Absolutamente nada. A única coisa que eu propus é que o Jatene, se eleito governador, apoie os nossos projetos para a área da segurança pública, sobretudo as UPPs”, disse o deputado e presidente da Assembleia Legislativa.
UPP são as iniciais de Unidade de Polícia Pacificadora. Durante a campanha em primeiro turno, Juvenil expôs reiteradamente sua intenção de implantá-las, à semelhança do está sendo feito pelo governo peemedebista no Rio de Janeiro.
“As UPPs são unidades com cerca de 100 policiais cada uma, instaladas após a ocupação de áreas de risco. Além das patrulhas na área, essas unidades servem de base a ações sociais, como serviço de creches, além de atividades esportivas e culturais” explicou o então candidato, num artigo que escreveu especialmente para o Espaço Aberto, em setembro passado.
Juvenil ressaltou ao blog que, muito embora tenha terminado em terceiro lugar, considera que sua candidatura foi vitoriosa. “Nós obtivemos 380 mil votos, 11% do total dos votos válidos. Lutamos de um lado contra a máquina do governo do Estado e, de outro, contra um ex-governador. E nossa candidatura foi a responsável pela realização deste segundo turno”, avaliou Juvenil.A coligação “Juntos com o Povo”, segundo informações de seu comitê de campanha, deverá anunciar com especial destaque a adesão de Juvenil possivelmente ainda nesta segunda-feira, com a presença de Jatene e de outras lideranças tucanas e dos demais partidos coligados. 
Fonte; Espaço Aberto

17 de outubro de 2010

Marina e PV anunciam 'independência' no segundo turno

A senadora Marina Silva e Partido Verde anunciaram neste domingo posição de 'independência' em relação à disputa do segundo turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

No primeiro turno, Marina, candidata a presidente pelo PV, obteve 19,6 milhões de votos, quase 20% dos votos válidos. O apoio dela e do PV era cobiçado por Dilma e por Serra, que enviaram cartas à senadora destacando afinidades entre pontos dos planos de governo.

Redação Portal ORM

Pemedebistas estão livres para apoiar Jatene ou Ana Júlia

O deputado federal Jader Barbalho acaba de anunciar no twitter que os peemedebistas estão liberados para decidirem, individualmente, se desejam apoiar Ana Júlia Carepa ou Simão Jatene neste segundo turno:

“Em respeito aos diferentes cenários políticos nos municípios paraenses, o PMDB liberou o apoio individual a Simão Jatene ou Ana Júlia”, escreveu no microblog.

Em entrevista concedida a esta repórter e ao Luiz Flávio, que será publicada neste domingo no Diário do Pará, Jader disse que essa é a decisão “mais amadurecida”.

“Se dentro do partido existem lideranças que querem apoiar o Jatene e lideranças que querem apoiar Ana Júlia deve prevalecer neste momento para direção do partido essa questão interna”.

Jader se recusou a dizer, contudo, quem ele pessoalmente apoiará.

“A única coisa que posso garantir é que não vou votar branco nem nulo e como meu voto é secreto ... Só posso dizer a vocês que nunca votei em branco, nem nulo. Agora face à posição, à orientação que estou tronando pública, vocês não podem ter o direito de insistir em saber do meu voto”. 
Fonte; blogdareporter

IBOPE: JATENE 60, ANA JÚLIA 40

O candidato da coligação Juntos com o Povo ao governo do Pará, Simão Jatene (PSDB), abriu uma vantagem de 800 mil votos sobre sua adversária da coligação Acelera, Pará, Ana Júlia Carepa (PT), segundo pesquisa do Ibope divulgada hoje pela TV Liberal e registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Nos votos válidos, descontados brancos e nulos, Simão Jatene abriu uma vantagem de 20 pontos percentuais: 60 x 40. Na pesquisa incluindo brancos, nulos e indecisos, Simão Jatene tem 54% contra 36% de Ana Júlia - 18% de vantagem.
Simão Jatene venceu o primeiro turno com 48,9% dos votos, contra 36% para Ana Júlia Carepa, uma diferença superior a 450 mil votos. Dos 15% de elitores que se dividiram entre as demais candidaturas, 11% optaram por votar em Jatene e apenas 4% foram para Ana Júlia.
Faltam duas semanas para a eleição.

Jatene 60, Ana Júlia 40


Pesquisa Ibope encomendada pela TV Liberal aponta Simão Jatene (PSDB) com 54% das intenções de votos válidos no segundo turno para o Governo do Pará, contra 36% de Ana Júlia Carepa (PT), e votos em branco/nulos 5%, mesmo percentual de eleitores indecisos.
60% das intenções de votos válidos (excluídos brancos, nulos e indecisos) são de Jatene, contra 40% de Ana Júlia. 

Foram realizadas 812 entrevistas em 40 municípios, com eleitores com mais de 16 anos, escolaridade da 4ª à 8ª série do ensino fundamental, ensino médio e superior, entre os dias 13 a 15 de outubro.

Para presidente os candidatos aparecem tecnicamente empatados: Dilma Rousseff (PT) com 47%, contra 46% de José Serra (PSDB), votos brancos/nulos 3%, e 4% indecisos. Considerando apenas os votos válidos, a petista e o tucano aparecem com 50% das intenções de voto cada um.
O índice de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sobre os resultados para governador e presidente.
A pesquisa está registrada no TRE-PA sob o nº 18823/2010 e no TSE sob protocolo nº 35857/2010. 
Postado por Ronaldo Brasiliense   em O ppParaense

16 de outubro de 2010

PSDB entrega carta de intenções ao PV

O presidente do PSDB, Sergio Guerra, enviou ontem uma carta de intenções ao presidente do PV, José Luiz de França Penna, sobre o apoio a José Serra no segundo turno da disputa presidencial. Segundo Guerra, há uma “grande convergência” entre o programa de governo do PSDB e as propostas apresentadas em 10 pontos pelo PV.

“As sugestões do PV mostram não apenas identidade com nossas diretrizes programáticas, mas, também, apresentam coerência com nossa prática política”, diz o tucano, citando as administrações do PSDB em São Paulo. De acordo com o presidente do PSDB, um programa de governo comum poderá ser feito a partir da decisão do PV sobre o apoio neste domingo.

O senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes, e um dos coordenadores da campanha de Serra, Xico Graziano, foram escalados para costurar os entendimentos entre os partidos. Guerra apresenta ainda seis pontos em que haveriam entendimento estabelecido: voto distrital, valorização dos policiais, aumento da matriz renovável de energia, vantagens tributárias para produtos sustentáveis, veto à anistia dos desmatadores e reforma tributária.

NORDESTE

O PSDB de São Paulo patrocinou a produção de cartões-postais direcionados a migrantes nordestinos que moram no Estado. A peça conta com um texto que enaltece o candidato tucano à Presidência, José Serra, e diz que, votando nele, o Nordeste terá “tudo aquilo que temos aqui”.

Os tucanos irão presentear eleitores com o postal e arcar com os custos do envio do cartão à cidade de origem dos emigrantes. A ação é especialmente direcionada a pessoas que vieram do Nordeste, região na qual Dilma Rousseff (PT) lidera com ampla vantagem a corrida presidencial.  (FOLHAPRESS)

Recurso de Paulo Rocha chega ao STF

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, encaminhou ontem para o Supremo Tribunal Federal (STF) outros três Recursos Extraordinários (REs) que têm como tema a Lei Complementar 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa.

Os recursos questionam decisão do TSE que, ao aplicar a lei, negou registros a candidatos nestas eleições. Os recursos devem ser analisados pelo STF por conter questionamentos constitucionais.

Um argumento comum a todos os três recursos é de que a lei não poderia valer para este ano considerando o princípio da anterioridade da lei eleitoral. De acordo com o artigo 16 da Constituição, uma lei que altera o processo eleitoral não produz efeitos no ano em que entra em vigor. Entretanto, o plenário do TSE entendeu que a lei adota critérios lineares, aplicáveis a todos os pretensos candidatos, sem discriminação que objetive selecionar quem pode ou não pode se candidatar.

Um dos recursos foi apresentado por Paulo Rocha, candidato ao Senado pelo PT do Pará. Seu registro de candidatura foi negado pelo TSE ao aplicar a alínea “K” da lei. Segundo essa norma, o ato de renúncia para evitar o processo de cassação do mandato legislativo tornaria o político inelegível. (Diário do Pará)

14 de outubro de 2010

Coleta do censo 2010 entra na reta final no Pará

A coleta do Censo 2010 desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está em fase final. Desde o dia 2 de agosto os recenseadores do IBGE estão nas ruas para visitar todos os domicílios do Brasil e realizar as entrevistas. O IBGE estima que, no Pará, 91% da população já foi recenseada. Em Belém, cerca de 400 recenseadores continuam realizando as entrevistas. No início da coleta eram 1.159. A coordenadora do Censo Belém e Ananindeua, Maria Angela Gemaque Álvaro, disse como acontece a distribuição dos recenseadores. 'Iniciamos com 1.159 vagas divididas em 1.321 setores. Hoje temos 314 setores em andamento. Com base nisso, temos cerca de 400 recenseadores trabalhando nas últimas etapas do Censo', disse.


Em Belém, em torno de 87% da população já foi recenseada. 'Poucos domicílios não foram visitados, a maioria por conta do horário. Algumas pessoas estão em casa somente à noite ou nos fins de semana. Se não tivermos como realizar a entrevista vai ficar em branco para aquele domicílio em termos de números, então isso será analisado pela média. O percentual de domicílios que deixam de entrar no Censo é de 2% em todo o Brasil. Queremos diminuir este percentual mais ainda, mas isso não prejudica no resultado do Censo em nenhuma escala, seja municipal, estadual ou federal', afirmou.


A coordenadora também comentou sobre as dificuldades. 'Existem situações que pessoas que não aceitam a visita, locais dominados por traficantes ou áreas que sofreram inundações e foram remanejadas para outro lugar, porém é uma proporção baixa. A mídia também teve um papel fundamental nesta questão. Esclareceu como o recenseador estaria vestido, portando crachá e identidade para aquelas pessoas são temerosas por conta da violência', disse.
As pessoas que ainda não foram recenseadas podem entrar em contato com o instituto para solicitar a visita. Mas é preciso verificar se alguém do domicílio onde mora respondeu ao questionário. A coordenadora Angela Gemaque explicou o procedimento. 'Todos aqueles que moram em território brasileiro devem ser recenseados, mas nem todos serão entrevistados. Qualquer pessoa pode responder ao formulário dando informações sobre os demais moradores daquele domicílio, desde que saiba responder às perguntas. Se o domicílio não foi visitado, é importante entrar em contato com o IBGE', reforçou. Para agendar a visita, basta ligar para (91) 3224-1539 ou 3202-5601.
 
Fonte: Amazônia

13 de outubro de 2010

Tapajós declara apoio a Jatene

 “Não estou indo para a oposição e nem estou mudando de lado, a oposição não me fez nenhum convite, eu tinha um candidato ao governo do Pará, que era Domingos Juvenil do PMDB e neste segundo turno tomamos a decisão de apoiar a candidatura de Simão Jatene”, foi nestes termos que o presidente da Câmara de Santarém José Maria Tapajós (PMDB), na Tribuna, na sessão desta quarta-feira, (13/10), oficializou seu apoio ao candidato Tucano, ao governo do estado.  
Reivindicações
 José Maria Tapajós deu conhecimento aos seus pares, do conteúdo de um documento que entregou ao candidato Simão Jatene, com uma série de reivindicações pedindo a este, que assumisse compromisso de realizá-los se for eleito governador do Pará. Na íntegra o conteúdo do documento:

 
Exmo Sr.
Dr. SIMÃO JATENE
Candidato a Governador do Estado do Pará
Belém, PA.

 Prezado Senhor,

 Cumprimentando-o e na condição de Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Santarém, encaminho as seguintes reivindicações para que as mesmas sejam analisadas e, se possível, incluídas em seu programa de governo caso eleito governador.
                                            I.    Colocar em pleno funcionamento o Hospital Regional do Baixo Amazonas, com todos os serviços de média e alta complexidade para os quais o mesmo foi projetado e constrúido.
                                          II.    Reforma e ampliação do Aeroporto de Santarém.
                                         III.    Conclusão do Estádio Barbalhão.
                                        IV.    Agenda com o Poder Legislativo e sociedade civil organizada.
                                         V.    Apoio para o desarquivamento do projeto de emancipação do distrito de Curuai, região do Lago Grande, que encontra-se na Assembléia Legislativa há mais de 20 anos.
                                        VI.    Policiamento ostensivo no interior do município, com destacamento permanente no Baixo Lago do Curuai, comunidade de Vila Socorro que assistirá a mais de 40 comunidades em seu entorno.
                                      VII.    Levantar estudos geográficos para que esse serviço de policiamento seja implantado nas regiões do Arapiuns e Tapajós em comunidades estratégicas.
                                    VIII.    Policiamento militar nos eventos festivos de toda natureza no interior do município, sem ônus para seus organizadores.
                                        IX.    Atendimento com grupos geradores e respectivas redes elétricas nas comunidades da Resex Arapiuns/Tapajós e nas regiões que não serão atendidas, pelo menos por enquanto, pelo programa Luz Para Todos.
                                         X.    Presença do Estado na solução de impasse que se arrasta por alguns anos envolvendo o povo do Alto Arapiuns, região do Maró e Aruã que hatibam na Gleba Nova Olinda, principalmente no que diz respeito a legalização das terras as comunidades indígenas e não indígenas, titularizando as mesmas aos seus habitantes tradicionais e o controle da extração de madeira que já fora motivo de conflitos ao ponto de se tocar fogo em balsa com madeira.
                                        XI.    Ensino médio regular nas regiões do Alto e Baixo Lago do Curuai, do Arapiuns, do Tapajós e Arapixuna, e comunidades estratégicas da região do planalto de acordo com levantamento técnico geográfico a ser feito pela SEDUC.
                                      XII.    Extrensão da PA 257 (Translago) até a comunidade de Moacá, região do Arapixuna e abertura com empiçarramento dos ramais de acesso as comunidades até o limite com o município de Juruti.
    
Certo de sua atenção, antecipo meus agradecimentos. 

Atenciosamente,


Ver. JOSÉ MARIA TAPAJÓS
Presidente - biênio 2009/10  

 Depois de lido o documento, José Maria Tapajós fez questão de pedir desculpas aos seus pares e ao povo de Santarém, de ter esquecido uma reivindicação que ele considera importante, que é a solução para o problema da falta d’água em Santarém. Porém, garantiu que se confirmada à vitória de Jatene ao governo do estado no 2º turno, vai fazer também esta  solicitação.