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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

PREFEITA CADÊ A COLETA DE LIXO EM SANTARÉM




Na manhã desta quinta feira (25/10) os arredores da prefeitura de Santarém estava completamente tomada por muito lixo espalhados e urubus, a reclamação nos bairros é intensa por conta da coleta de lixo que não está atendendo como estava antes das eleições..

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Portos de Itaituba têm impactos avaliados!!!


Uma reunião foi realizada na segunda-feira, na SEMA, em Belém, entre os órgãos responsáveis.

Avaliar a infraestrutura necessária para enfrentar os impactos vindos da instalação de portos em Miritituba, município de Itaituba, região do Tapajós, foi o objetivo da reunião organizada, ontem, pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), no Centro Integrado de Governo, em Belém. O encontro agrupou representantes de secretarias de Estado do Pará, da Rede Celpa, Companhia de Portos e Hidrovias, da Assembléia Legislativa, da prefeita eleita de Itaituba, Eliane de Oliveira, integrantes da futura Associação das Estações de Transbordo e Terminais de Grãos da Região, e outros convidados presentes.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, José Alberto Colares, mostrou preocupação com o licenciamento ambiental de aproximadamente uma dezena de portos em Miritituba, área tradicionalmente portuária. “Essa área carece de toda a infraestrutura necessária para enfrentar o impacto vindo do ponto de vista social, econômico e ambiental. Precisa-se de umplano preventivo que envolva ações de toda natureza: engenharia de tráfego para acessibilidade tanto rodoviária quanto hidroviária à zona portuária, transmissão energética, segurança pública, saneamento, saúde, educação, gestão de risco, profissionalização da mão de obra local para conter a migração, coleta de lixo, abastecimento de água”, explica.

Segundo o secretário, à Sema cabe o licenciamento e os problemas não podem ser responsabilidade apenas do Estado, são dos empreendimentos também. Dentre deste contexto, destacam-se o ordenamento territorial, o detalhamento do Zoneamento Ecológico Econômico e o apoio à Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A sustentabilidade do projeto, de acordo com Colares, precisa de um plano imediato e emergencial no máximo entre um e dois anos. “A necessidade não é só da população, é do empreendimento também. Os problemas de Santarém e Barcarena não podem ser repetidos”, alertou o secretário.

Kleber Menezes, representante da Rio Turia, disse que Miritituba não pode ser apenas um ponto de passagem e que as empresas Rio Turia, Cargill, Reicon, Hidrovias do Brasil, Cian Port, Bunge, Unirios e outras empresas que vão formar a Associação das Estações de Transbordo e Terminais de Grãos vão consolidar a responsabilidade que possuem. “Pretendemos ser uma associação atuante, sem repetir erros anteriores”, afirmou.

O secretário de Infraestrutura do Pará, Vilmos Grunvald, indicou a Secretaria de Integração e Desenvolvimento Urbano (Seidurb) para a interlocução do Estado nesse plano emergencial. A Secretaria de Indústria e Comércio (Seicom) foi apontada pela Secretaria de Produçãocomo outra participante ativa no processo junto aos investidores, poder municipal de Itaituba e demais empreendimentos interessados.

Fonte: Diário do Pará

sábado, 7 de julho de 2012

Falta de planejamento e desperdício de dinheiro público

Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com Mendonça Furtado
Esquina  da Barjonas de Miranda com Mendonça Furtado


Obras que foram construídas na Avenida Mendonça Furtado em Santarém estavam sendo quebradas na tarde desta sexta feira, atitudes como esta é inadmissível que ocorram, pois constroem sem nenhum planejamento prévio e depois é destruído, isso é dinheiro público sendo gasto sem responsabilidade. 


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Moradores da Matinha planejam interditar BR-163

Bastante revoltados, moradores estão se reunindo para interditar BR-163, em protesto

Manifestação
Em protesto ao fechamento da Alameda Alecrim por funcionários da empresa Transportes Bertolini Ltda, um grupo de moradores do bairro da Matinha, em Santarém, está reunido nesse momento para interditar a BR-163, no quilômetro 4,5, em frente às obras de implantação da nova sede da referida empresa.
Depois de lacrar a Alameda Alecrim, por volta de 13 horas de sexta-feira, dia 18, com dois portões de madeira, os funcionários da Transportadora Bertolini proibiram a circulação de membros de cerca de 12 famílias que residem no local.
Os comunitários afirmam que não há outra rua para se chegar à Rodovia Santarém-Cuiabá, para que possam ter acesso a hospitais, supermercados e escolas.
Sem ter por onde trafegar por conta da interdição da Alameda Alecrim, os moradores do bairro da Matinha cobram soluções por parte da Comarca de Santarém e do Poder Público Municipal.
Centenas de pessoas se encontram no local e se as ameaçam se concretizarem, o caos na Rodovia será grande, pois a BR-163 é a principal via de acesso ao centro de Santarém.
Fonte: RG 15/O Impacto

terça-feira, 15 de maio de 2012

Ruas de Santarém estão intrafegáveis

Não é novidade, pois em algumas ruas só trafegam carroças de boi

Travessa Bauru
Motoristas e pedestres têm que montar “estratégias” para trafegar em algumas artérias de Santarém. Uma moradora da Travessa Bauru, entre a Borges leal e Bartolomeu de Gusmão, está insatisfeita com o abandono do poder público. Segundo a moradora Dona Madalena, a rua está “entregue às baratas”. Ela disse que a Prefeita parou seu carro na esquina da rua quando ainda era candidata e falou que se eleita iria asfaltar a rua e dar melhores condições para moradores daquela área.
Como a promessa de campanha não foi concretizada, os moradores procuraram os órgãos competentes para reivindicar a respeito do descaso. Daí, se deu início a uma “peregrinação” em diversas visitas frustradas feitas à Seminf, onde obteve como respostas que haviam ruas em pior estado que aquela, precisando com mais urgência de solução.
Dona Madalena relata que existem documentos informando que a Rua Bauru está asfaltada. Isso ela contesta, pois aquele perímetro é de comércio e de muito movimento, se asfaltada facilitaria muito o acesso, pois está entre duas grandes avenidas. A moradora reclama da taxa de iluminação pública, já que eles não estão sendo beneficiados pelo serviço oferecido por esse imposto. Ela relata que na rua nem poste tem, a iluminação existente no local vem de um campo de futebol. Segundo Dona Madalena, é para beneficiar a Prefeitura e não os moradores, pois o mesmo fica ligado apenas até às 23 horas, deixando os moradores em uma perigosa escuridão, virando alvo fácil à ação de bandidos.
Mesmo diante de todos esses percalços, Dona Madalena ainda tem esperança de dias melhores para sua rua. Se não for nesta administração, pelo menos na próxima, seja feito algo por eles. Assim como em muitas outras artérias da cidade, como as avenidas Tapajós, Borges Leal, Cuiabá, Visconde do Rio Branco, etc, é um pedido unânime de toda população de Santarém.
Fonte: RG 15/O Impacto e Roberta di Paula

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Reunião define diretrizes para escola tecnológica de Santarém

O diretor da Associação Comercial de Santarém, José Lima Pereira, falou sobre a mão-de-obra que será criada após a inauguração da escola
“Ambiente, saúde e segurança” e “infraestrutura” foram os dois eixos tecnológicos escolhidos para nortear a definição dos primeiros cursos que serão ofertados pela Escola Estadual de Educação Tecnológica e Profissional de Santarém, prevista para ser inaugurada até o primeiro semestre de 2013. A seleção dos eixos aconteceu na manhã desta quarta-feira (9), no auditório do Instituto Esperança de Ensino Superior (Iesps), na sede do município, no oeste do Pará.
Participaram da seleção representantes de cerca de 30 entidades da região, professores, diretores de escola e gestores municipais, durante o Fórum de Integração para a oferta das escolas tecnológicas em construção da rede estadual de ensino. Para a região do Tapajós, a estimativa é que sejam criados 190 mil novos postos de trabalho até 2013, por meio de investimentos em mineração, logística, comunicação e energia, entre outros.
Quase 60% desses empregos deverão ser especificamente para profissionais com qualificação técnica. O cenário promissor foi apresentado pelo diretor da Associação Comercial de Santarém, José de Lima Pereira, e pelo supervisor regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Rosilvaldo Colares, que apontaram a necessidade urgente de qualificação de profissionais de acordo com os Arranjos Produtivos Locais (APLs). Atualmente, são cerca de 90 mil empregos formais e mais de 125 mil informais.
“É fundamental discutirmos as demandas do mercado para encontrarmos um setor abastecido não somente de vagas de trabalho, mas também para que haja profissionais para suprir aquelas necessidades”, afirmou José de Lima Pereira, ressaltando que, em um prazo de cinco anos, o crescimento de áreas como a de serviços logísticos, bancários, transporte rodoviário e fluvial, somadas à mineração e agricultura, vai compor a nova realidade econômica da região denominada de “Ciclo do Futuro”.
Após a exposição do cenário socioeconômico, grupos de discussão elegeram, dentre doze eixos tecnológicos que reúnem 185 cursos técnicos, os dois que darão início à definição dos cursos que serão ofertados pela escola tecnológica. A escolha será considerada na construção e aquisição de equipamentos de laboratórios e mobiliários e na construção das diretrizes pedagógicas da unidade de ensino. Um comitê foi organizado para fazer o acompanhamento das próximas ações até o dia de inauguração e início de funcionamento da escola. A primeira reunião do grupo será dia 20 de junho.
A organização é composta por representantes de escolas públicas, Associação Comunitária dos Produtores Agroextrativistas Ribeirinhos do Rio Tapajós, Conselho Tutelar, Federação das Associações de Moradores de Comunidades do Assentamento Agroextrativista do Eixo Forte, Equipe Consultoria e Assessoria Urbanística, Instituto Socioeducacional e Ambiental, Emater, Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter-do-Chão, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras de Mojuí dos Campos e 5ª Unidade Regional de Educação (URE).
Em todo o Pará, onze Escolas Estaduais de Educação Tecnológica e Profissional estão em construção, com um investimento de cerca de R$ 63 milhões, do programa Brasil Profissionalizado, do governo federal. Assim como em Santarém, outros oito municípios também recebem, até 21 deste mês, o Fórum de Integração para Oferta das Escolas Tecnológicas em Construção: Breves, Tomé-Açu, Xinguara, Novo Progresso, Tucuruí, Barcarena, Santana do Araguaia, e Parauapebas.
A partir dos eixos tecnológicos, abre-se um leque com 46 opções de cursos técnicos, dos quais dois ainda serão escolhidos. A gestora da 5ª URE, Maria José Maia, destacou o caráter participativo do fórum. “Esta é uma oportunidade de decidir e escolher os cursos de acordo com a nossa realidade. Hoje é o primeiro passo no conjunto de várias ações neste projeto. E o comitê gestor terá um papel muito importante nesse desenvolvimento”, disse.
“Para nós, é muito importante fazermos parte desse processo. As comunidades precisam se envolver, conhecer e contribuir”, avaliou o presidente da Associação Comunitária de Agroextrativistas da Comunidade de Vista Alegre do Capixauã, Raimundo Ferreira de Sousa. A preocupação, segundo ele, é grande, sobre a expectativa pela oferta de formação técnica em uma escola pública. “Queremos os nossos jovens formados, qualificados para atender, profissionalmente, às nossas próprias comunidades e as oportunidades que podem surgir”, acrescentou.
Agência Pará

domingo, 6 de maio de 2012

Vias perigosas

Quem trânsita pelas ruas do bairro da Nova República devem ter atenção, pois bueiros abertos é encontrado com muita frequência naquelas artérias.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bueiros abertos causam perigo para população


Bueiros abertos causam perigo para população
Bueiro sem grades
Santarém - Os bueiros abertos em diversos pontos da cidade são um perigo para a população. No período de chuvas, as águas cobrem as estruturas que sem tampa aumentam os riscos de acidentes.

A dona de casa Fátima Vasconcelos relatou um fato que presenciou com crianças em um bueiro localizado na Mendonça Furtado com a Frei Ambrósio. Segundo ela, os menores escaparam de morrer quando estavam no local. “Foi muito perigoso, vi a morte de perto e não era só uma que ia morrer eram três a quatro crianças que tavam tudo nesse meio (bueiro). 

Além da ausência de tampa na tubulação, a falta de manutenção e os lixos acumulados com a chuva também são apontados como um dos principais problemas da população. Mas na Avenida Presidente Vargas com a travessa Dom Amando o alvo de reclamação dos moradores é outro: a destruição dos bueiros. No local, a base que escorre a água da chuva está sem tampa e com a estrutura comprometida. O morador Rosildo Silva disse que teve que tomar algumas ações para evitar acidentes. 

“Esse bueiro já abriu e outro no canto também. Eu já tive que tampar para evitar que alguém caisse de moto ou de carro quando algum bater no outro. Aqui o acesso é grande, uma avenida muito movimentada precisa ser olhada com mais cuidado”, relata .

A secretaria de infraestrutura do município comunicou que os problemas com as tampas dos bueiros são comuns nessa época de chuva devido à força da enxurrada. De acordo com órgão a equipe responsável pela estrutura deve intensificar os trabalhos para recuperação dos bueiros em diversos pontos da cidade.



Bueiro sem tampa
Notapajós

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Má aplicação de recurso do PAC deixa Santarém sem água

Nélio Aguiar com Antonio Braga, presidente da Cosanpa

Nélio Aguiar reuniu com presidente da Cosanpa, Antonio Braga, em Belém

 O Deputado Nélio Aguiar (PMN) esteve, na manhã desta segunda-feira, 16, em visita ao presidente da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), Antônio Braga,  para solicitar informações a respeito das obras inacabadas do sistema de abastecimento de água nos bairros do Ururá e Conquista, em Santarém. As obras fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC I) iniciadas no governo Ana Júlia, mas que não foram concluídas, deixando a população sem água. “Uma obra de cerca de 35 milhões de reais, que hoje poderia estar beneficiando os santarenos, que historicamente sofrem com a falta de água potável encanada”, disse o Deputado.
O presidente da Cosanpa explicou que a empresa Estacon, que executava a obra faliu e que a Cosanpa já chamou a segunda colocada na licitação para concluir os serviços. “Lamento que depois de muitos anos sem receber nenhum investimento em saneamento, na hora que vem o recurso o governo anterior aplica mal o dinheiro e ainda não teve a competência em fiscalizar o cronograma de execução da obra, deixando um pepino nas mãos do governador Simão Jatene que vai ter que injetar mais recurso para a conclusão desta obra tão importante para atender as necessidades da população. É revoltante”, desabafou o parlamentar.
As obras iniciaram em 2008. Somente o reservatório de Irurá seria responsável por 60% da água potável consumida no município de Santarém. No bairro da Conquista, ode fica localizado o segundo maior reservatório, a obra foi comprometida por pedaços de madeira que apodrecem dentro da água, causando problemas à saúde da população.
No ano passado o governo do Pará retomou as obras de ampliação e melhorias do sistema de abastecimento água, mas enquanto as obras não são concluídas, o deputado Nélio Aguiar solicitou, ainda, a instalação de um almoxarifado com bombas de reserva e peças de reposição na regional de Santarém. ”Queremos também que a Cosanpa providencie o serviço de carro pipas para suprir as necessidades dos moradores de Santarém nos casos de falhas no sistema de abastecimento de água”, defendeu o Deputado.
Nélio Aguiar disse, ainda, que somente a solução definitiva para a falta de água no  Município envolve aporte de recursos em perfuração de mais poços, ampliação da rede, estação de tratamento e construção de mais reservatórios de água. “Só assim iremos proporcionar um atendimento à população com água em quantidade e qualidade que o nosso povo merece”, finalizou Nélio Aguiar.
Fonte: RG 15/O Impacto

domingo, 1 de abril de 2012

Caos na Transamazõnica


O retrato do caos na transamazônica entre Brasil Novo e Medicilândia -  Pará

Fatos Regionais - Altamira

sexta-feira, 23 de março de 2012

Rio Tapajós já subiu mais que em 2009

O nível das águas do rio Tapajós está em 7,30 metros, 12 centímetros acima da medição feita no mesmo período em 2009, ano da maior cheia registrada nos últimos 50 anos na região.

O levantamento foi feito pelo 4º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM) na régua da Agência Nacional de Águas, instalada na Companhia Docas do Pará (CDP).

O tenente BM Contes diz que o alto nível das águas não significa o risco de uma cheia vultosa. Segundo ele, em 2009, os 12 centímetros a menos que 2012 teve como resultado a inundação da avenida Tapajós, em frente da Capitania dos Portos, enquanto que este ano não ocorreu a mesma situação.

“Isso depende muito das cabeceiras dos rios. A gente deixa a população em alerta, verificando a situação da cheia. Sabemos que o nível do rio pode aumentar ou que baixar, o que depende muito da influência do tempo”.

O Corpo de Bombeiros orienta os ribeirinhos e a população de Santarém que, em caso de alguma necessidade, é preciso entrar em contato diretamente com a Defesa Civil ou o 4º GBM, os quais estarão de prontidão para atendimentos emergenciais. “Existe a previsão de que as águas comecem a baixar a partir de agosto. Porém, não temos com garantir isso”, destaca tenente Contes.

A Capitania dos Portos informou que fez a medição e constatou o aumento do nível das águas do Tapajós. Em março do 2009, o rio alcançou 6,70 centímetros. Se continuar neste ritmo, é bem provável que a cheia deste ano seja superior à marca histórica daquele ano.

De acordo com a coordenadora da Defesa Civil Municipal, Eliene Amaral, não são somente as chuvas que trazem a destruição, mas também as cabeceiras dos rios que sofrem com o fenômeno das terras caídas, o que somado resulta em grandes enchentes.

“Estamos muito preocupados, todos os dias é feita essa medição para comparar os números que temos. Nós somos o órgão que está à frente de tudo, mas nossos parceiros têm colaborado muito”, disse Eliene.

A coordenadora acrescentou que ainda não existe pedido de situação de emergência no município. (Diário do Pará)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Prefeitura não paga energia e moradores ficam sem água‏


Caixas d`água não funcionam sem energia e moradores ficam sem água

Prefeitura deixa moradores de jurunduba sem água por não ter repassado pagamento de energia.‏
Moradores da comunidade de Jurunduba, no município de Monte Alegre, estão sem abastecimento de água há mais de um mês. Os motivos poderiam ser os mais variados, desde falta de dinheiro para comprar peças de reposição da bomba, até desentendimento entre os comunitários.
Mas o problema envolve a Prefeitura do Município, em especial o prefeito Jardel Vasconcelos. O sistema de abastecimento de água é mantido pela comunidade. Os comunitários dividem os valores da conta e repassam mensalmente à Secretaria Municipal de Finanças.
Há um mês, os moradores da comunidade de Jurunduba, que fica apenas 5 quilômetros da sede do Município, foram surpreendidos com o corte de energia por falta de pagamento. O presidente da Associação, Alzimar Freitas e, a tesoureira Pureza Carvalho, procuraram a empresa e receberam a confirmação sobre a inadimplência.
A maior surpresa foi saber que as contas não vinham sendo pagas à concessionária de energia, pela prefeitura de Monte Alegre.
Caixas D`água não podem funcionar sem energia
Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura de Monte Alegre, o dinheiro já teria sido repassado para a concessionária, mas segundo a nota, a comunidade tem mais dívidas a saldar para que o fornecimento seja restabelecido. Versão que não foi  conformada pela liderança da comunidade. A nota não informou os valores que devem ser saldados, entetanto, lideranças da comunidade foram informadas pela concessionária que faltam ser quitados tres talões no valor de R$ 1.500,00 sob a responsabilidade da Prefeitura, pois o dinheiro já havia sido repassado.
Enquanto isso, a solidariedade tem movido os comunitários. O jeito é recorrer aos poços artesianos de algumas residências. Quem não tem, é atendido pela boa vontade dos vizinhos. As donas de casa precisam carregar baldes de água na cabeça, para suprir suas necessidades.
Fonte: RG 15/O Impacto

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Feira do peixe com problemas na estrutura

O vereador Henderson Pinto (DEM), na Tribuna mostrou-se preocupado com a estrutura da feira do peixe recém construída em frente à cidade, que segundo ele constatou apresenta problemas em sua estrutura. Eu pude observar a corrosão no pé dos pilares, esse problema já vinha ocorrendo e a Seminf já havia sido avisada, não é porque a imprensa mostrou a Colônia de Pescadores já vinha avisando a Seminf .Descreve .
Henderson disse entender que a obra provavelmente foi feita as pressas, por conta do período eleitoral. Foi feita uma dosagem do concreto menor do que deveria, provavelmente foi isso que provocou a corrosão e o trabalho que está sendo feito no pé do pilar, tenho minhas dúvidas, se não vai apresentar problemas lá na frente, ao que parece a própria laje debaixo do piso, tem apresentado corrosões. Preocupa-se.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A água já está quase cobrindo o leito da Av. Tapajós, em frente a Capitania dos Portos

A subida dos rios Tapajós e Amazonas já está preocupando a Delegacia da Capitania dos Portos de Santarém. Segundo informações, entre os anos de 2009 e 2010 o nível tem oscilado.
A reportagem esteve hoje de manhã e constatou que em frente à Capitania dos Portos a água do rio já está tomando conta de quase toda a extensão da Avenida Tapajós.
Água do rio invade Avenida Tapajós
Em maio de 2009, ano que aconteceu a maior cheia em Santarém, o nível do rio atingiu 8,14 metros. Em 2010, esse número chegou a 6,80 metros. Segundo informações da Capitania dos Portes, ontem, dia 22, a medição do nível do rio já registra 7,48 metros, ou seja, já está maior que no ano passado.
Pescadores ouvidos por nossa reportagem, informaram que até o final desta semana a água do rio Tapajós vai tomar conta de toda extensão da Avenida Tapajós. A Defesa Civil está atenta e deverá interditar o trecho mais afetado, entre as travessas Felisbelo Sussuarana e Professor Carvalho.
Por: Manoel Cardoso

quarta-feira, 27 de abril de 2011

R$ 170 milhões para obras do PAC no Pará

O Diário Oficial do Estado publicou, em sua edição de ontem, lei sancionada pelo governador Simão Jatene que autoriza o Estado do Pará a contratar, com a Caixa Econômica Federal, financiamento até o valor de R$ 170.759.756,00. O dinheiro se destina a financiar as contrapartidas de empreendimentos do PAC - Habitação e Saneamento, cujos valores estão acima do mínimo previsto pelas instruções normativas do Ministério das Cidades à época de sua contratação.
De acordo com a lei - de nº 7.508, de 20 de abril corrente -, o Poder Executivo dará em garantia do principal e dos encargos e acessórios da dívida, assim como das demais obrigações decorrentes dos financiamentos ou operações de crédito a serem contratados pelo Estado, a cessão ou vinculação de suas principais fontes de receita. Entre elas, as parcelas de quotas do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e à Prestação de Serviços (ICMS).
Em caso de insuficiência de parte dos depósitos bancários necessários para a quitação do financiamento e dos encargos contratuais, bem como na hipótese de extinção das receitas, a lei prevê que a garantia será sub-rogada sobre os fundos ou impostos que venham a substituí-las. Os recursos provenientes da operação de crédito objeto do financiamento, conforme estabelece o diploma legal, serão consignados como receita no orçamento ou em créditos adicionais.
A lei estabelece ainda que o Poder Executivo fica autorizado a consignar, nos orçamentos anuais e plurianuais do Estado, durante os prazos que vierem a ser estabelecidos para a execução dos empréstimos e para o financiamento, dotações suficientes aos investimentos e pagamentos das parcelas de amortização e encargos financeiros decorrentes do financiamento, bem como os valores das contrapartidas de recursos próprios.
Os recursos a serem contratados em operações de crédito com a Caixa Econômica Federal vão beneficiar 107 diferentes empreendimentos distribuídos por 50 municípios do Pará. Algumas delas são obras novas, mas há também na relação projetos já em andamento, contemplando serviços de captação, tratamento e distribuição de água potável, saneamento básico, infraestrutura urbana e construção de unidades habitacionais.
O maior volume de recursos - R$ 136,791 milhões - se refere a empreendimentos com execução sob a responsabilidade da Companhia de Habitação do Estado, a Cohab. A Cosanpa responde nesse bolo pela execução de obras no valor de R$ 19,945 milhões como contrapartida do Estado. Já a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) vai administrar R$ 14,022 milhões do total a ser financiado pela Caixa a título de participação financeira do Estado em obras do PAC Habitação e Saneamento.
O município de Belém, com nada menos que 21 empreendimentos, vai ficar com a parte do leão, de acordo com o programa de apoio ao financiamento das contrapartidas do PAC. A discriminação dos empreendimentos e a distribuição das verbas constam de planilha inserida no bojo da lei editada pelo governador Simão Jatene e publicada ontem no Diário Oficial.
Do total de R$ 170,7 milhões, caberão à capital R$ 108 milhões, o equivalente a 63,28%. A cidade de Castanhal, terra natal do governador Simão Jatene, será a mais bem aquinhoada do interior, com R$ 24,8 milhões (14,52% do total). Na terceira posição está Marituba, com R$ 7,5 milhões (4,42%). Em seguida vêm Ananindeua, com R$ 5,7 milhões, Marabá com R$ 5,5 milhões e Capanema, com R$ 4,3 milhões.
SANTARÉM - 7º LUGAR NA LISTA
A cidade de Santarém, no oeste do Estado, receberá R$ 2,192 milhões, quase o mesmo valor de Monte Alegre, contemplada com pouco mais de R$ 2,0 milhões.

domingo, 24 de abril de 2011

Chuvas e estragos no Mapiri

Da leitora que se assina Alesandra Dyana Branches da Silva, pelo e-mail do blog:
Caro Jeso,
Venho por meio deste singelo e-mail pedir que você post as fotos clicadas aqui no bairro do Mapiri na manhã deste domingo de Páscoa (24/04). É muita indignação. Sensação de impotência.
Infelizmente estas fotos não conseguem mensurar os prejuízos causados aqueles moradores. Dezenas de famílias desabrigadas mais uma vez. Pessoas humildes, crentes que as obras do PAC iniciadas desde 2009 fossem sanar no mínimo parte do sofrimento daquele povo. Eles não suportam mais.
Mapiri
Por que as obras estão paralisadas? Querem uma satisfação. Que projeto é esse que não deixa espaço para a água da chuva escoar? Os moradores tiveram que quebrar o concreto com simples ferramentas para retirar a água. A Secretaria de Infraestrutura só mandou as máquinas da prefeitura horas depois.
Enquanto isso, pobre dos ouvidos daquela sra. chamada de Baiana. Ouviu de tudo e um pouco. Espero que leve com toda a intensidade o clamor da população ao seus chefes. É muito sofrimento e muita promessa. Chega!
Queremos providências. Cadê os nossos vereadores? É um simples apelo.
Mapiri

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Seop vai retomar obras paradas em Santarém


O secretário Joaquim Passarinho avaliou o estado das obras paradas e irá repassar um relatório ao governador Simão Jatene
O secretário de Obras Públicas do Estado do Pará (Seop), Joaquim Passarinho, esteve em Santarém, na última sexta-feira, em visita técnica às obras que estão sob a responsabilidade da Seop naquele município e que se encontram paradas. Iniciada em março de 2006, a construção do prédio onde funcionará o Serviço de Atendimento ao Cidadão (Saci), a Casa do Trabalhador e o Banco do Cidadão foi a primeira a ser visitada. "Viemos avaliar as condições desta obra, a pedido do governador Simão Jatene, que tinha expectativa de entregá-la no aniversário da cidade, no próximo mês de junho. Infelizmente, o estado de abandono em que se encontra a obra, inviabiliza esse desejo do governador", justificou o secretário Joaquim Passarinho.

O titular da Seop seguiu para ver a situação do Centro Esportivo e de lá, foi visitar o presídio feminino, obra que está sob a responsabilidade da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe). Joaquim Passarinho também se reuniu com os representantes da Associação Comercial, do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) e da construção civil de Santarém. Entre os assuntos em pauta, as obras paralisadas e as que o governo pretende fazer no município.

O secretário comprometeu-se com os construtores em descentralizar as licitações, priorizando as empresas que atuam na região. "Vamos fazer as adequações jurídicas necessárias para que todas as obras da região do Baixo Amazonas sejam licitadas no Núcleo de Licitação da Seop de Santarém", assegurou Passarinho.

A ideia é licitar as obras nos municípios e prestigiar as empresas locais, que contratarão trabalhadores do município e ainda contribuirão com o ISS para os cofres das prefeituras.
"Com isso, vamos prestigiar as empresas da região, que, na verdade, é quem vai empregar os operários do município nas obras que contrataremos. Entendemos que as empresas do interior precisam também participar do pacote de investimentos do Estado", finalizou Passarinho.

Clara Costa - Ascom Seop

sábado, 2 de abril de 2011

Moradores do Santo André enfrentam problema da falta de iluminação pública

Moradores do Santo André enfrentam problema da falta de iluminação 
pública
Alunas em meio a escuridão
Santarém - Moradores do bairro do Santo André, da Av. Monte Alegre sofrem com a falta de iluminação Pública. A escuridão representa perigo e gera medo para quem precisa trafegar na rua, a falta de iluminação pública gera um ambiente propício a assaltos e delitos.

Os estudantes, que precisam fazer o trajeto diariamente são os que mais se sentem ameaçados, eles encaram a escuridão na volta pra casa, mas andam em grupos para não facilitar uma possível abordagem de bandidos.
Notapajós

quarta-feira, 30 de março de 2011

Trabalhadores rurais interditam Transamazônica

Agricultores de cinco municípios da região oeste do Pará interditaram a rodovia Transamazônica desde as quatro horas da manhã de ontem. Eles apresentaram uma extensa pauta de reivindicações, a maioria delas relativa à demarcação do Parque Nacional da Amazônia, ao crédito rural e à assistência técnica.

O protesto dos trabalhadores rurais, que mantinha interditada a rodovia em um ponto a 500 metros do porto até o fechamento desta edição, criou uma cena estranha. A balsa que faz a travessia do rio Tapajós entre Itaituba e Miritituba retornou vazia. Do outro lado do rio, no distrito de Miritituba, a barreira será mantida por tempo indeterminado, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itaituba, Antônio Carlos Abreu da Silva. Ele diz que o movimento foi anunciado há mais de dois meses pela entidade, responsável pela elaboração da pauta de reivindicações dos agricultores.

Durante toda a manhã de ontem, o protesto foi sendo encorpado. Dos dois lados do bloqueio, ia se formando a fila de carros impedidos de passar. Nem mesmo os caminhões que transportam produtos perecíveis tiveram a passagem liberada. A queixa, segundo os agricultores, é diretamente com os ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e da Previdência Social.

Dentre as principais reivindicações, destacam-se a demarcação do Parque Nacional da Amazônia, excluindo dos limites doze comunidades habitadas por operadores da agricultura familiar; a humanização do atendimento no posto do INSS de Itaituba; a reativação do escritório do Incra no município e a instalação do escritório Regional da Emater em Itaituba. Os agricultores dizem que, em todas as questões relativas ao setor agrário, ficam dependendo de Santarém.

Aderiram ao protesto, trabalhadores rurais de Jacareacanga, Aveiro, Trairão, Rurópolis e Itaituba. Mas também existem contatos sendo feitos com agricultores de Placas, Uruará e Novo Progresso.

Por volta das 10 horas da manhã de ontem, fiscais do Ibama chegaram ao local do protesto. Eles estavam indo para uma operação de rotina e não sabiam da manifestação. O grupo acabou sendo barrado pelos agricultores, e nem a Polícia Rodoviária Federal conseguiu reverter a situação. O impasse durou alguns minutos e a passagem não foi liberada.

REIVINDICAÇÕES

- Exclusão de 12 comunidades do Parque Nacional da Amazônia;

- Melhor atendimento no posto do INSS de Itaituba;

- Reativação do escritório do Incra em Itaituba;

- Instalação de um escritório da Emater em Itaituba.
(Diário do Pará)

domingo, 27 de março de 2011