22 de julho de 2011

Fiscalização mais eficaz dos botijões de gás vem do consumidor

Alexandre Garcia comenta o comércio ilegal dos botijões de gás. 'Não é só uma questão de legalidade ou não da distribuição ou revenda', afirma.

Mais uma vez, falta fiscalização no mercado de botijões de gás. Quem paga o pato é o consumidor. Mais uma vez, é preciso lembrar que a fiscalização mais eficaz é do principal interessado: quem compra e vai usar o gás.
Além de evitar o revendedor não autorizado, que não é submetido ao controle da distribuidora idônea, é preciso cuidado com o botijão – armazenado ao ar livre, em local seguro, jamais dentro de casa ou de estabelecimento comercial e controlar vazamento. Não apenas na boca do botijão, mas ao longo dos tubos com espuma, água, com as mãos e ouvidos.
Tudo serve para controlar. Botijão não explode, mas vaza e vai acumulando gás à espera de uma faísca, que pode vir de um interruptor ou da ponta de um cigarro. Misturado ao ar, isso explode, provoca um incêndio, queima e mata.
Não é só uma questão de legalidade ou não da distribuição ou revenda. É uma questão de segurança contra vazamento.
Bom Dia Brasil
 

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